Violência nos games e as receitas prontas para ser um “expert”


Acabei de ver uma entrevista pela EPTV. A Profa. Dra. Bianca Cristina Correa do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da USP-RP  saiu-se muito bem. Informou que não há relação direta entre violência dos games e a prática de violência das crianças que jogam. Em pouco tempo – e bastante pressionada pela repórter em dar dicas infalíveis de como educar – a professora foi muito esclarecedora e profissional.

Um dos pontos marcantes dessa preocupação da sociedade em tentar esclarecer o comportamento violento dos seres humanos é a ingenuidade e a crença de que há uma remédio ou de que há um método para curar os humanos de certos comportamentos destrutivos.  A repórter insistia para que a professora desse dicas objetivas para que os pais (espectadores ávidos pela tutela da ciência) tivessem sucesso na criação dos seus filhos.  A professora respondeu bem: os pais precisam garantir que as crianças brinquem com outras e apontou também que elas sabem que os games são apenas… games e que a realidade é bem diferente e alfinetou que muitos pais utilizam esses recursos eletrônicos (TV, games, etc.) como babás eletrônicas. Corretíssimo!

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