helio-pellegrino

A Clínica Social de Psicanálise


CECÍLIA M. B. COIMBRA. Guardiães da ordem: uma viagem pelas práticas psi no Brasil do “milagre”. Rio de Janeiro: Oficina do Autor, 1995, 387p., p.112-115.

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Embora não reconhecida pelos analistas do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro como fazendo parte de seu estabelecimento, a Clínica Social de Psicanálise, fundada por Katrin Kemper e seu grupo em 1972, será explanada um pouco aqui. Penso que, se não fosse o empenho de Katrin e do pessoal do Circulo, talvez este projeto não tivesse saído do papel. Outras Sociedades de formação, no Rio de janeiro, são chamadas, nelas somente um representante do IMP e Hélio Pellegrino – que já é da SPRJ – participam efetivamente do projeto. É verdade que, com o decorrer dos anos, a Clínica Social ultrapassa os muros do Círculo Psicanalítico, englobando diferentes profissionais “psi”, de diferentes formações e abordagens, sendo seu quadro clínico formado por analistas em formação e profissionais que pretendem ser psicanalistas. Desta feita, foi mediadora e interlocutora do movimento expansionista da psicanálise nos anos 70, congregando diversos segmentos interessados na psicanálise, como artistas, jornalistas, filósofos, etc.

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