Psicanálise & Cotidiano

Por quê a Islândia?

A Islândia é um país frio e minúsculo, superdesenvolvido e casa da banda que eu mais gosto: Sigur Rós.

Depois veio a classificação da seleção Islandesa para a copa do mundo, formada por gente que não sabia jogar muito bem e com um técnico que dividia seus afazeres do futebol com a profissão de dentista. Uma torcida carismática e um time raçudo! Huu!

Até sexta-feira passada (estreia da Islândia na copa) era mais ou menos isso que sabia sobre esse país.

Anúncios

Onipresença eletrônica e a psicologia online

Em 11 de maio o Conselho Federal de Psicologia publica nova resolução sobre atendimento psicológico on-line (1), que atualiza a anterior de 2012. Com a nova resolução o Conselho basicamente permite a psicoterapia online em número de sessões ilimitadas (antes era apenas permitida a orientação psicológica em 20 sessões). Esta modalidade vai competir diretamente com a psicoterapia tradicional em que o paciente deve se deslocar até o consultório de seu terapeuta.

Dolly guaraná: corrupção e luxo

Laerte Codonho, dono da marca Dolly de refrigerantes foi preso e essa notícia me tocou.

As investigações apontam fraude fiscal estruturada, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O dinheiro desviado com a fraude é estimado em R$ 4 bilhões.

Mas porque essa notícia me tocou ao ponto de me motivar a escrita de um texto?

Porque adoro os videos do dollyinho?

Não.

clique aqui!

Funk, ultraviolência e uma surubinha de leve

Falando sobre censura da tal “só surubinha de leve” do MC Diguinho.

Sempre penso que na década de 70 houve um movimento chamado punk. Letras e músicas muito simples, agressivas e chocantes. Mas o punk virou cult.

A Psicanálise do camarote VIP: da elite para a elite

Interessante artigo publicado no Jornal de Psicanálise em 2010 chamado “Encontros Reflexivos sobre Formação”.

Maria do Carmo Meirelles Davids do Amaral, membro filiado do Instituto da Sociedade Brasileira de psicanálise de São Paulo (SBPSP), realizou uma série de entrevistas “com um propósito essencialmente reflexivo, mas também informativo”, para criar “um espaço para pensar as questões da formação: análise didática, supervisões, seminários teórico clínicos, relatórios dentro dos diversos modelos de formação oferecidos, buscando com isso estimular nos membros filiados uma maior responsabilidade frente a algo que lhes diz respeito diretamente e que os acompanhará ao longo de toda vida psicanalítica.” Os entrevistados foram escolhidos por representarem diferentes sociedades ligadas a IPA que trabalham com diferentes modelos de formação.

Como o objetivo do artigo é a reflexão, proponho aqui uma das possíveis. Chamo a atenção para um ponto interessante da entrevista com Jacque André.

Se nada der certo…

Uma festa com o tema “Se nada der certo” dos secundaristas da Instituição Evangélica de Novo Hamburgo (IENH), no Rio Grande do Sul, repercutiu nas redes sociais. Em uma das típicas comemorações do 3º ano do ensino médio, alunos da escola na região metropolitana de Porto Alegre se fantasiaram de profissões que julgaram ser “alternativas” se nada der certo na vida profissional (Huffpost Brasil).

Foram duas coisas nessa brincadeira.

clique aqui!

Psicólogo não pode falar de política ou religião?

Dia desses fiz uma postagem na rede social questionando sobre os órgão reguladores e fiscalizadores que atuam para o bom funcionamento da democracia no Brasil. Dentre eles citei: CGU, TCU, CADE, Ministério Público, Policia Federal e etc.

Perguntei aonde estavam estes órgãos antes do governo PT. Pois ficou evidente nos últimos tempos que a corrupção no Brasil não vem de hoje ou dos últimos anos de governo PT. Consiste em um processo longo e complexo. Estabeleceu-se como uma cultura organizacional que atinge quase todas as instituições, desde a família até o senado. Ora, se sempre houve corrupção no Brasil e se sempre existiram órgãos reguladores e fiscalizadores, nada mais lógico que questionar sobre a competência histórica destes.

clique aqui!