Autor


Luis Fernando Scozzafave de Souza-Pinto

É formado em ciências biológicas e mestre em ciências, com ênfase  em neurociência e psicofarmacologia (USP-RP, 2003-2009). Estuda psicologia (formação do psicólogo) na Universidade Paulista (UNIP, 2015). Seu percurso na psicanálise foi realizado em parte no Instituto Távola (tendo coordenado grupos de estudos e atividades sobre psicanálise e suas interfaces com a neurociência). Posteriormente foi aluno do Centro Lacaniano de Investigação da Ansiedade (CLIN-a, Rib Preto, 2014) e continua sua formação por meio de grupos de estudo, supervisões e demais atividades desenvolvidas no Psi.Q – Grupo de estudo e trabalho em psicanálise. É colunista de Ciência e Saúde na Revista Revide e Jornal A Gazeta de Sta. Rita. Vive e trabalha em Ribeirão Preto-SP.

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6 comentários

  1. Olá!

    Gostaria de saber como cito algo que você escreveu aqui sobre Eric Kandel e psicanálise na bibliografia do meu trabalho de iniciação cientifica.

    Atenciosamente,

    Paula Mele Lucato

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  2. Eu simplesmente fiquei “endiabrado” quando olhei este site. Sem descrição, passei para dar uma olhada, e provavelmente irei voltar amanhã, pra me encher de detalhes deste ilusionismo de palavras no Sinapse Oculta. Há 5 anos me dei uma vontade interior e exterior, no social e individual de ser neuropsicólogo. Venho estudando e me aprofundando na biologia e na psicologia das drogas psicodélicas. Já algumas vezes em oportunidades recentes pude dar “palestras” sobre a cannabis e o lsd em uma escola estadual, e assim retirar todo aquele “medo” imposto pela sociedade moralista e pela sociedade capitalista em simples humanos. Ver que há pessoas que “basicamente” tem uma meta, ou várias delas, seguindo a “medicina”, mas nunca deixando de lado a “psicologia” me dá mais vontade ainda de ter uma carreira, talvez brilhante, mas dedicada em uma clínica de reabilitação de dependentes químicos.
    Meu nome é Alberto, tenho 19 anos, e estou ainda impressionado, com o que eu li aqui. Se quiser “entender” o que eu disse, é só dar uma “olhada” nas minhas dezenas de palavras no Soy Tu Hermano. Pois somente lá, consigo expressar algo mais “social”, porque o meu individual nunca sairá da minha própria mente.
    Um grande abraço

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