Amor e Odio

Intermed: os fins justificam os meios?

“Os fins justificam os meios”. Essa é uma frase que representa o “maquiavelismo”, e quer significar que os governantes e outros poderes devem estar acima da ética e moral dominante para alcançar seus objetivos ou realizar seus planos.

Em Santa Rita do Passa Quatro (minha cidade natal) os governantes parecem pensar assim. Uma cidade é composta por diversos grupos que possuem diferentes interesses. Cabe ao governo municipal intermediar esse embate e propor uma saída. A mesma ladainha se repete: a Intermed traz em torno de 5000 estudantes que movimentam cerca de R$ 2 mi. Mas esse é apenas uma faceta do problema. Centenas de pessoas ficam sem dormir, não consegum trabalhou estudar em casa, se indignam com pessoas peladas nas ruas e etc.

A perda da infância

A menina Thylane Lena-Rose Blondeau, uma francesa de 10 anos de idade (que desde os 4 é modelo) causou grande impacto ao fazer um ensaio fotográfico bastante sensual para a revista Vogue. Moralista de plantão se debatem nas suas cadeiras. Há depoimentos do tipo: “A mãe dessa menina deveria ser presa”; “Deveríamos processar a revista vogue” e por aí vai. Ao mesmo tempo, pedófilos salvam as fotos da menina nos computadores e se masturbam. A opnião publica não sabe o que fazer. E nem eu.

ABUSO SEXUAL INFANTIL, YOUTUBE E O FUNK

busca no Google pelo termo "menina 14 anos"

18 de maio é a data em que Araceli Cabrera Crespo, de nove anos incompletos, desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida. A menina foi estupidamente martirizada. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Seu corpo, o rosto principalmente, foi desfigurado com ácido. Seis dias depois do massacre, o corpo foi encontrado num terreno baldio, próximo ao centro da cidade de Vitória, Espírito Santo. Seu martírio significou tanto que esta data se transformou no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”(www.censura.com.br).

COMO ENTENDER JAIR BOLSONARO?

 O conflito do homofóbico é que a homossexualidade deve ser eliminada do planeta porque a homossexualidade lhe é tentadora, convidativa e perturbante.

Jair Bolsonaro é um dos mais polêmicos deputados. Seja lá o que essa palavra “polêmico” signifique neste caso, creio que é melhor o rotularmos apenas disso visto a grande capacidade que esse senhor tem de promover discussões passadistas, irracionais e fantasiosas.


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SUTIÃ AOS 6 ANOS?

Saiu na Folha de São Paulo do dia 7 de abril de 2011 a matéria bizarra intitulada “Sutiã aos 6 reabre polêmica da “adultização” de crianças”.

Depois das maquiagens e dos sapatos de salto, crianças ainda longe da pré-adolescência, na faixa dos seis anos, agora têm à disposição sutiãs com enchimento. Lojas de departamentos passaram a vender peças para meninas com bojos que imitam o formato dos seios (FSP, 7 abril 2011).

Na

mesma matéria há depoimento de mães que cederam a rea (mais…)

MASSACRE NO RIO DEVE SER TRATADO COMO PROBLEMA DE EDUCAÇÃO NÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA

Wellington Menezes, 24, gostava de cães e gatos, não se drogava, não tinha amigos, era virgem e puro

Parece que o Brasil foi colocado no mapa dos massacres em escolas que vem acontecendo há décadas no mundo. Depois da tragédia o pensamento humano segue no sentido de (1) explicar porque uma pessoa faz isso; (2) como evitar novos massacres. Vou tentar colocar esses dois pontos. E finalmente, uma pergunta que sempre me faço é: por que o ambiente escolhido é a escola? (mais…)

HÁ COMO ENTENDER A MORTE?*

A notifica é recebida e nos minutos que seguem somos jogados para longe, somos jogados na parede. Sinto como se meu corpo se desfizesse, para entender melhor o que houve.

Sempre soubemos e não há coisa mais certa do que a morte. A ciência explica e entendemos muito bem que um ser humano dura em torno de 80 anos e após isso se decompõe. Seus compostos químicos voltam a ciclar na natureza e sua energia a fluir pelos ecossistemas. As religiões colocam, de muitas maneiras, cenários confortantes da vida após morte em que nossos queridos parentes ou amigos estão simplesmente bem.

Mas todas as explicações, científicas e religiosas, falham. O desespero e o nosso despreparo frente a um corpo morto no velório é solido como rocha, inexorável. Não há o que desfaça o sentimento de perda, não há nada mais certo, sério e inadmissível que a morte.  A mente não pode entender a morte, nem por meio da razão e nem pela emoção. (mais…)