Política

Intermed: os fins justificam os meios?

“Os fins justificam os meios”. Essa é uma frase que representa o “maquiavelismo”, e quer significar que os governantes e outros poderes devem estar acima da ética e moral dominante para alcançar seus objetivos ou realizar seus planos.

Em Santa Rita do Passa Quatro (minha cidade natal) os governantes parecem pensar assim. Uma cidade é composta por diversos grupos que possuem diferentes interesses. Cabe ao governo municipal intermediar esse embate e propor uma saída. A mesma ladainha se repete: a Intermed traz em torno de 5000 estudantes que movimentam cerca de R$ 2 mi. Mas esse é apenas uma faceta do problema. Centenas de pessoas ficam sem dormir, não consegum trabalhou estudar em casa, se indignam com pessoas peladas nas ruas e etc.

Anúncios

MANIFESTO PEQUENO-BURGUÊS

Desculpem amigos, vou votar no SERRA.
“Cansei…Basta”! Vou votar no Serra, do PSDB.
Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte. Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.
Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares.
O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega…
Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de dinheiro a juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. ” É uma vergonha!”, como dizia o Boris Casoy. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S.Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro.
Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelô da 25 de Março e no Braz.
Vergonha, vergonha, vergonha…

PASTEURIZAÇÃO DA VIDA: PROPAGANDA E MARKETING NA POLÍTICA CONSTROEM O CANDIDATO-PRODUTO.

Em 1967, Guy Debord lança um livro em formato de manifesto em que trata da preponderância das imagens e de outras formas de representação na sociedade contemporânea, alcunhada por ele como sociedade do espetáculo. Debord discute essa dominância e a considera como uma das causas para o possível distanciamento entre os homens, agora mediados por imagens, e as realidades que o cercam. Alerta-nos para um possível esvaziamento nas relações, marcadas pela superficialidade inerente à sociedade do espetáculo. Sintetiza esse pensamento no trecho: Tudo o que era diretamente vivido se esvai na fumaça da representação (Bezzerra, 2006)

(mais…)

ACHO QUE VOU VOTAR NO TIRIRICA…

"Os que, voce... votando em mim, eu estarei em Brasília, e vou estar na realidade, fazendo o coisa da vida de nosso...Brasil... a nossa vida... o nosso momento...o nosso *&^%$ de coisa.. e nos temos...

Caro leitor. Obviamente não farei isso porque simplesmente não voto em ninguém. Mas se eu tivesse uma arma apontada na minha cabeça votaria no Tiririca. Ele simplesmente é o candidato menos hipócrita que se tem por aí.

Ele afirma que você, candidato, tem que votar nele para que ele possa ajudar sua própria família, fala tudo errado e considera a política uma piada. Ou seja, tudo que todos os outros candidatos fazem, mas escodem, ele, Tiririca, já deixa claro agora, antes de ser eleito. Então, caro eleitor, você que buscava por um candidato verdadeiro e de princípios, sua hora chegou: Vote no Tiririca.

A grande piada chamada “democracia sem educação” chegou ao cúmulo. Sinto uma mal estar que não consigo explicar ao ver pela televisão esses calhordas que mal sabem onde estão oferecendo seus serviços para este país sem nexo.

(mais…)

MACUNAIMA VAI VOTAR

As eleições passaram. Todos saímos de casa, votamos e voltamos para nossas vidas. Fico pensando: Até que ponto aqueles botões grandes da urna eletrônica podem definir os rumos de uma população inteira? Será mesmo que o ser humano nomeado como prefeito ou vereador, pode realmente redefinir ou criar situações? Ou seja, será que essa tal de democracia funciona mesmo? (mais…)